A acupuntura é parte essencial da medicina Oriental há anos, mas mesmo agora que já está se tornando moda no Ocidente, nossos médicos ainda não descobriram a maneira exata como essa técnica antiga funciona. No entanto, quaisquer que sejam os mecanismos, a acupuntura parece funcionar. Estudos científicos oferecem evidências reais de que ela é capaz de aliviar a dor e tratar males que variam da osteoartrose a crises de enxaqueca. [Clique e veja a materia completa]
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A acupuntura é considerada muito segura. Em 1996, a FDA (Administração de Drogas e Alimentos dos EUA) começou a classificar as agulhas de acupuntura como instrumentos médicos e agora solicita que os acupunturistas utilizem apenas agulhas esterilizadas e descartáveis. Além disso, os acupunturistas devem passar um antisséptico sobre as áreas antes da inserção das agulhas, o que reduz bastante o risco de infecção. É muito importante ir somente a acupunturistas credenciados, já que agulhas não ou mal esterilizadas podem transmitir doenças contagiosas. [Clique e veja a materia completa]
A acupuntura, seja real ou apenas sugerida, é tão eficaz para prevenir a enxaqueca quanto os remédios tradicionais, sugere um estudo alemão publicado na revista Lancet Neurology.
Os pesquisadores da Universidade de Duisberg-Essen dividiram cerca de 900 pacientes em três grupos e os trataram com acupuntura, remédios tradicionais e acupuntura ‘falsa’.
Quase a mesma proporção de pacientes em cada um destes grupos viu a média de dias que costumavam sofrer com enxaqueca ser diminuída pela metade. [Clique e veja a materia completa]
A maneira como a medicina tradicional chinesa explica a eficácia da acupuntura pode até estar errada, mas pesquisadores brasileiros acabam de encontrar uma série de evidências sobre a capacidade da técnica de enfrentar doenças. Dados em animais e humanos sugerem que a acupuntura toma partido da ação de um mensageiro químico das células nervosas para funcionar.
Os estudos, feitos por uma equipe da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), se referem a problemas de saúde para os quais ainda havia poucas evidências da ação das agulhas: gastrite, úlcera gástrica e apnéia (dificuldade de respiração) durante o sono. Segundo os pesquisadores, a acupuntura parece estimular a produção de serotonina –um neurotransmissor que modula a ação do sistema nervoso, velho suspeito de estar ligado à eficácia desse tratamento milenar. [Clique e veja a materia completa]
Até um quarto de todas as mulheres sofre de depressão durante a gravidez, e muitas são relutantes em tomar antidepressivos. Agora, um novo estudo sugere que a acupuntura pode oferecer algum alívio durante a gravidez, mesmo que não tenha se mostrado eficiente contra a depressão em geral.
O estudo da Universidade Stanford recrutou 150 mulheres deprimidas, grávidas de 12 a 30 semanas, e aleatoriamente escolheu 52 para receber acupuntura específica para sintomas de depressão, 49 para acupuntura comum e 49 para um tipo específico de massagem.
Cada mulher recebeu 12 sessões de 25 minutos cada. As que receberam acupuntura não sabiam qual tipo estava designado a elas (no tratamento específico para depressão, as agulhas são inseridas em pontos do corpo que, diz-se, correspondem a sintomas como ansiedade, abandono e apatia). [Clique e veja a materia completa]
No longo caminho percorrido entre seu uso na terapia tradicional chinesa e sua incorporação pela medicina ocidental,
a acupuntura foi posta à prova diversas vezes. Muitas agulhadas e pesquisas científicas depois, hoje pouca gente ainda duvida de seus benefícios para tratar e curar doenças e sintomas diversos.
Uma década após seu reconhecimento como especialidade médica no Brasil (primeiro país, depois da China, a dar-lhe esse crédito), o que preocupa muitos acupunturistas não é mais provar que a técnica funciona, mas desmistificar a aura de procedimento “natural”, “não-invasivo” e “inofensivo” que a recobre. [Clique e veja a materia completa]
A acupuntura chinesa pode tratar 461 doenças, a maioria delas relacionada ao sistema nervoso, segundo uma pesquisa realizada por especialistas do país oriental e publicada hoje pelo jornal oficial “China Daily”.
O doutor du Yuanhao, do Centro de Pesquisa de Acupuntura Chinesa de Tianjin, afirmou que a maioria das doenças nas quais esta prática é eficaz está relacionada com o sistema nervoso, o digestivo, o genitourinário, os músculos, os ossos e a pele. [Clique e veja a materia completa]
A acupuntura, que foi descoberta pelos jesuítas no século XVI, virou uma especialidade da medicina convencional. A técnica também é utilizada em tratamentos veterinários. [Clique e veja a materia completa]
Há mais coisas em nosso corpo que aquilo que os olhos, as radiografias e as ressonâncias podem ver. Exemplo disso é a delicada e sutil rede de energia que se estende por todo nosso corpo, logo abaixo da superfície da pele, unindo os órgãos e sistemas que nos mantém vivos. Os chineses chamam essa energia de Qi, a energia da vida; os ocidentais ainda não deram um nome a ela. Mas todos concordam que a acupuntura tem o poder de equilibrá-la, corrigindo e prevenindo possíveis curto-circuitos. A milenar técnica chinesa consegue, de maneira natural e com menos efeitos colaterais que os tratamentos médicos ocidentais, combater a dor e os desequilíbrios orgânicos, fazendo o corpo funcionar melhor, de forma saudável. [Clique e veja a materia completa]
Não consegue perder as medidas por não controlar o apetite? A acupuntura pode ser um tratamento alternativo eficaz para ambos os problemas, de acordo com a fisioterapeuta Cláudia Cristina, do Lucas Acupuntura. “Na tradicional, as agulhas vão procurar equilibrar o corpo para que o paciente não sinta mais ansiedade e, por isso, desconte na comida”, afirma.
“Já durante as sessões de acupuntura estética, as agulhas funcionam como eletrodos, aplicados nas regiões adiposas”. Nas pontas, há fios, por onde passa a corrente de eletroestimulação (que estimula pontos e ajuda na redução de medidas). “São pequenos choques que quebram as moléculas de gordura”. [Clique e veja a materia completa]






